Mais 30 bibliotecas rurais para comunidades de Santa Catarina.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Programa Arca das Letras, entregou na última quinta-feira, 9, mais 30 bibliotecas rurais para comunidades de Santa Catarina. A solenidade aconteceu na cidade  de Joaçaba e contemplou municípios pertencentes ao Território Meio Oeste Contestado.

De acordo com Ademir Milo Motta da Silva, coordenador do Programa Arca das Letras em Santa Catarina, as novas bibliotecas vão proporcionar acesso a leitura para cerca de 1,2 mil famílias. Elas poderão consultar um acervo com mais de 200 livros, que vão desde literatura infantil a livros técnicos.

Durante o evento, foram capacitados 30 agentes de leitura, pessoas escolhidas pela comunidade que ficarão responsáveis pela circulação dos livros e pelas bibliotecas. Segundo a coordenadora substituta do Programa Arca das Letras, Tatiane Cruz Sousa, eles vão receber informações técnicas do funcionamento da arca, como empréstimo e catalogação dos livros e métodos de incentivo à leitura. Após a capacitação, receberão certificados de agentes de leitura. “O agente de leitura é uma das pessoas mais importantes do processo. O programa não funcionaria sem a instrução e capacitação deles”, afirma.  leia mais…

Fonte: Portal de notícias do MDA

 

Pesquisadores debatem Saúde da População Negra em Florianópolis

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Por Midiã Santana

As iniqüidades em saúde vivenciadas pela população negra brasileira, resultantes das desigualdades históricas do país, impactam diretamente nas condições de vida dessas pessoas que, além de morrerem mais jovens, possuem maiores taxas de mortalidade materna e infantil e apresentam mais registros de doenças crônicas e infecciosas. Para aprofundar as discussões sobre as pesquisas no campo da saúde da população negra e  debater a implementação das políticas de saúde voltadas para negros e negras será realizado o I Encontro de Pesquisadoras e Pesquisadores em Saúde da População Negra. O evento acontece nos dias 15 e 16 de julho na Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), em Florianópolis (SC).

A atividade, que antecede o VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as (COPENE), de 16 a 20 julho, é realizada pela Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), pela Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) e pelo Programa de Anemia Falciforme, ambos do Ministério da Saúde, além da Secretaria de Políticas para Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR). O evento conta ainda com apoio do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, por meio do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia.

“Em 2004 o Comitê Técnico de Saúde da População Negra participou da Oficina de Prioridades em Pesquisa no campo da Saúde da População Negra, elaborando naquele momento os principais temas que demandavam pesquisas para o SUS. Em 2005 e 2006 o Ministério da Saúde, em parceria com o CNPq, divulgou editais de pesquisa com a temática Saúde da População Negra. Todavia, não foi realizado um encontro para discutir os resultados das pesquisas e como incorporar sugestões na gestão e/ou em novos editais. Pensando também na incorporação da pesquisa na gestão em saúde, os integrantes do Comitê sugeriram à SGEP a realização deste encontro”, explicou Luis Eduardo Batista, Coordenador da Área de Saúde da ABPN.

O evento tem como principais objetivos: proporcionar a troca de experiências entre os/as estudiosos/as que participaram de Editais do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS) e editais descentralizados do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) com a temática Saúde da População Negra; promover o encontro entre os/as pesquisadores/as que têm atuado para garantir a implementação das Políticas Nacional de Triagem Neonatal, Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias e Nacional de Saúde Integral da População Negra; pactuar prioridades em pesquisa sobre o tema e elaborar propostas e projetos entre instituições para dar respostas qualificadas no campo da saúde da população negra.

O encontro surge ainda como demanda do Grupo de Trabalho em Saúde do VI COPENE, realizado em 2010. Os/as participantes sugeriram que houvesse investimento na sistematização e difusão do conhecimento científico sobre saúde da população negra, assim como fossem realizadas reuniões entre as pesquisadoras e os pesquisadores da temática, não se restringindo apenas ao momento de debate no Congresso, que ocorre a cada dois anos. Também está programada para o final do evento a construção de uma agenda conjunta de sistematização das propostas e encaminhamentos.

Os temas das mesas de debate serão ‘Racismo e Saúde: pesquisa em Saúde da População Negra para o SUS’ e ‘Produção e incorporação do conhecimento para uma gestão mais democrática e participativa no SUS’. A atividade ainda contará com rodas de conversas ‘Resultados de pesquisas realizadas no campo da Saúde da População Negra e financiadas pelo Ministério da Saúde’, ‘Olhando para o futuro, para onde vamos?’ e ‘Produção do Conhecimento e Gestão’, sendo que esta última terá a presença do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, da Ministra da SEPPIR, Luiza Bairros e da Presidenta da ABPN, Zélia Amador de Deus.

Estarão presentes nas discussões representantes do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas; da OPAS, Organização Pan-Americana da Saúde; integrantes do Conselho Nacional de Saúde; da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR); do Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT/ SCTIE) e da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), ambos do Ministério da Saúde; das Universidades Federais da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA) e de Minas Gerais (UFMG); da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS).

Indicadores de iniqüidades

O racismo e a discriminação racial são problemas ainda presentes na sociedade brasileira e que geram injustiças sociais, especialmente no campo da saúde. Apesar dos avanços significativos no fortalecimento das políticas públicas para a população negra, pesquisas continuam a apontar a necessidade de maior integralidade e equidade nos serviços de saúde, sobretudo no Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), a proporção da população atendida nos sistemas de saúde pública e privada foi de 96,2%, índice que alcança 97,3% para a população branca e 95,0% quando se refere a negros e negras. No que diz respeito aos atendimentos do SUS, a população negra representa 67% do público total atendido e a branca, 47,2%. No caso dos planos de saúde, observa-se situação inversa: em 2008, 34,9% da população branca e 17,2% da população negra contavam com acesso a planos de saúde privados, percentual que, apesar de crescente nos últimos anos, tem se mantido desigual, com maior cobertura para pessoas brancas. Destaca-se ainda que esses planos tendam a ofertar maior rapidez no atendimento, mas o acesso não significa, por si só, melhor qualidade de acolhimento.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 1990 a razão de morte materna – uma das dez principais causas de óbito entre mulheres de 10 a 49 anos no Brasil – era de 140 óbitos por 100 mil nascidos vivos, caindo para 68 óbitos por 100 mil nascidos vivos em 2011. Apesar da redução, a chance de uma mulher negra morrer por causas relacionadas à gravidez, parto e pós-parto é 1,8 vezes maior em comparação com as mulheres brancas, sendo que as mulheres indígenas vivenciam situação ainda pior.

A população negra também é a mais vulnerável a mortes por HIV/AIDS.  De 1999 a 2004, houve crescimento anual de 4,9% entre os homens negros, enquanto os homens  brancos somaram apenas 0,2%; com as mulheres, o aumento anual foi de 6,4% entre as negras, quase o dobro das classificadas como brancas (3,8%).

Mais informações:

Equipe de Comunicação VII COPENE
Fone: (48) 3321-8525
Email: viicopene@gmail.com
Twitter: @VIICOPENE
Facebook: Copene 2012

Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA

Fonte: www.seppir.gov.br

Exposição Subterrâneos do Inconsciente

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O Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis:

Antonio Silva, Bebeto, Elaine Maritsa, Helena Werner, Julia Iguti e Terezinha Dias

Abertura: 11 de julho de 2012 (quarta feira) 19h30

Visitação: 12 de julho a 10 de agosto de 2012

Horário: de segunda a sexta-feira das 10h às 18h

Local: Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti

Google abre inscrições para curso online gratuito…ainda dá tempo!

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O projeto visa ensinar técnicas avançadas do seu mecanismo de buscas

O gigante das buscas vai ensinar às pessoas técnicas avançadas e pouco conhecidas para otimizar as pesquisas em seu site.

Com as dicas ensinadas durante o curso as pessoas conseguirão encontrar mais rápido aquilo que procuram,  de uma maneira mais completa e interessante. A programação contará com atividades interativas e especialistas dedicados a sanar dúvidas dos alunos.

“Por exemplo, você sabia que pode buscar por páginas escritas em idiomas que você nunca estudou? Identificar a localização de uma foto que seu amigo tirou nas férias há alguns meses? Que tal identificar aquele livro de capa verde sobre jardinagem que há anos você tenta encontrar?” - diz Terry Ednacot, gerente do programa de educação do Google.

O curso online será gratuito e está aberto para qualquer pessoa que tenha uma conta no Google. As aulas terão duração de 50 minutos e irão acontecer nos dias 10, 11, 12, 17, 18 e 19 de julho.

Interessou? Então corre lá no site para se inscrever!

http://googleblog.blogspot.com.br/2012/06/become-google-power-searcher.html

Fonte: http://ultradownloads.com.br/noticia/Google-abre-inscricoes-para-curso-online-gratuito/#ixzz1z7bdrgNV

Colaboração:
Viviane Jerônimo
Acadêmica de Biblioteconomia/UFSC
Monitora da disciplina de Indexação
Estagiária da Biblioteca do Ministério Público Federal

Entrega do 2º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras acontece no próximo dia 7 de maio, segunda-feira, no Rio de Janeiro

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Será entregue no dia 07 de maio, segunda-feira, às 19 horas, o 2º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras. A cerimônia será realizada no Teatro Rival, Rua Álvaro Alvim nº 33, Cinelândia, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes dos 20 projetos vencedores das cinco regiões do país. Dez são trabalhos em artes visuais, cinco de dança e cinco de teatro. Serão distribuídos R$ 1,1 milhão em prêmios que devem ser utilizados na montagem e execução das para produções culturais.

Os vencedores nas categorias dança e teatro serão contemplados com até R$ 80 mil cada e em artes visuais receberão até R$ 30 mil por projeto.

Ruth Pinheiro, presidente do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves (Cadon), entidade organizadora da iniciativa em parceria com a Fundação Palmares, afirma que o prêmio valoriza a cultura afrodescendente em suas manifestações contemporâneas: “A diversidade de projetos concorrentes demonstra a vitalidade da cultura afro-brasileira para além dos grandes centros. Ao contemplar todas as regiões do país, com julgamentos regionalizados, permite uma melhor igualdade das disputas e abre oportunidades para novas iniciativas”.

Confira os ganhadores:

Artes Visuais - “Ó que rua tão comprida”, do Rio Grande do Sul; “Vila das Oyas”, De São Paulo; “Objeto/Oriki: corpus e habitus = arte”, de Minas Gerais; “Cavalo de santo”, do Rio de Janeiro; “Afro retrato”, de São Paulo; “Terra renascida – Novos olhares para a invernada dos negros”, do Rio Grande do Sul; “A gira”, de Pernambuco; “Mestre do coco pernambucano”, de Pernambuco; “Quilombos emigrantes – História do cocalinho”, de Tocantis; e “Processos do silêncio”, da Bahia.

Dança - “Aratemiolé”, de Santa Catarina; “Terreiro contemporâneo de dança 2ª edição”, de Minas Gerais; “Festival de danças poéticas negra”, de Goiás; “Quilombo Mimbó”, do Piauí; e “Catirandê – A dança afro do Tocantins”, de Tocantis.

Teatro - “Quilombo dos Silva: As memórias da negra resistência urbana em um espetáculo teatral”, do Rio Grande do Sul; “Abolição”, de Minas Gerais; “Mães negras – Teatro das Oprimidas”, de Goiás; “Casemiro Côco em lendas emaranhadas”, do Maranhão; e “O griot e os espíritos da terra – Da era cantida aos dias atuais”, do Pará.

O júri foi composto por nove especialistas nas diferentes expressões culturais, que analisaram a excelência artística; histórica e a efetiva contribuição artística para a cultura afro-brasileira; pertinência do conteúdo à questão brasileira, qualificação dos profissionais e viabilidade técnica de execução, com base no valor do prêmio.

Para o diretor do Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-Brasileira da Fundação Palmares, parceiro na realização do prêmio, Martvs das Chagas, o resultado destacou a diversidade do projeto: “O número de diferentes cidades que apresentaram projetos, indica o potencial de propagação da ação por todo o país. Prevaleceu a pluralidade dos projetos que representaram as diversas regiões do Brasil. Parabenizo a todos os participantes que, com certeza, contribuem para afirmação da cultura afro-brasileira”.

Luis Nascimento, da gerência de patrocínios da Petrobras, patrocinadora do prêmio, disse que esta é uma ação afirmativa que abrirá caminho para outros projetos da cultura negra: “Projetos como este contribuem para levar esta cultura para onde ela realmente merece no país. Tem o poder de criar o hábito de se olhar positivamente para as iniciativas e pode contribuir para gerar outros projetos”.

A iniciativa da Fundação Cultural Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, e do Centro de Apoio ao Desenvolvimento (Cadon), tem patrocínio da Petrobras.

Fonte:

IAA Comunicação e Eventos – 21-2533 6614 //21 4141 3652

Ivan Accioly – Ivan@iaacomunicacao.com.br21-9226 899

Palestra de abertura do XIV EREBD SUL Florianópolis, SC

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Palestra de abertura do XIV EREBD SUL Florianópolis, SC A Formação do Bibliotecário e o Futuro! com o Prof. Francisco das Chagas de Souza.

“Nunca devemos nos esquecer de que o futuro não é nem totalmente nosso, nem totalmente não-nosso, para não sermos obrigados a esperá-lo como se estivesse por vir com toda a certeza, nem nos desesperarmos como se não estivesse por vir jamais.

EPICURO Carta sobre a felicidade (a Meneceu) pg.33

 

II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica

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Será realizado de 28 de maio a 1º de junho de 2012, no Centro de Convenções CentroSul, em Florianópolis. O evento, que busca levantar propostas que integrem a plataforma mundial de educação, contará com debates, conferências, oficinas, Mostra de Inovação Tecnológica, Mostra de Artes Visuais, Mostra de Pôsteres, Feira Gastronômica, Feira de Economia Solidária e Feira do Livro.

Faltando cerca de um mês para o início do II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, a Secretaria Executiva disponibiliza a programação oficial do evento. Durante cinco dias, serão quatro conferências, nove debates, quatro observatórios, além de cerca de 180 atividades autogestionadas – propostas por integrantes do Comitê Organizador – e 150 atrações culturais. Além disso, o Fórum contará com Feira de Economia Solidária, Mostra de Inovação Tecnológica, Feira Gastronômica, Feira do Livro e Mostra de Pôsteres.

Entre conferencistas, debatedores e mediadores, serão 29 convidados internacionais e 39 nacionais. Os estrangeiros virão de países como Portugal, Inglaterra, Uruguai, México, Colômbia, Argentina, Estados Unidos, Ruanda, Espanha, Chile e Canadá.
A secretária executiva do Fórum, Waléria Külkamp Haeming, explica que até o evento pode haver pequenas alterações. “Aguardamos algumas confirmações, o que pode gerar alguma mudança”, conta.
Até o dia 4 de maio, a Secretaria Executiva irá divulgar as atividades autogestionadas e os pôsteres selecionados. O local onde ocorrerá cada programação também será divulgado em breve.
Clique aqui para visualizar a programação oficial.

Literanoite recebe escritora Marta Martins para incentivar leitura nesta quinta-feira (26)

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creditos: foto de leituracatarinense.blogspot.com

O Projeto Cultural Literanoite chega nesta quinta-feira (26) a 6ª edição com a palestra da escritora de livros infanto-juvenis Marta Martins. O encontro tem entrada gratuita e acontecerá às 19h30min, no Theatro Adolpho Mello, no Centro Histórico.

A iniciativa busca outras possibilidades, além da Biblioteca Pública, para incentivar a leitura, sobretudo de literatura. O Literanoite representa um estímulo ao exercício dialógico entre literatura, leitura, cultura, escritores, publicações, editoras, alunos e público participante.
Marta Martins é professora de língua portuguesa, bibliotecária, escritora, contadora de história e cantora. Entre 2009 e 2011, desenvolveu oficinas no Projeto Ônibus Biblioteca, da Prefeitura de São Paulo. Já ministrou palestras, cursos, atividades e contação de histórias. Entre as obras escritas por Marta Martins estão: “Maricota e Cocota” (com cd), “Brincar de Verdade” (com CD), “Semana Suada”, “Maria Mania” e “Meu Pequeno Grande Mestre”.
O Projeto Cultural Literanoite chega nesta quinta-feira (26) a 6ª edição com a palestra da escritora de livros infanto-juvenis Marta Martins. O encontro tem entrada gratuita e acontecerá às 19h30min, no Theatro Adolpho Mello, no Centro Histórico.
A iniciativa busca outras possibilidades, além da Biblioteca Pública, para incentivar a leitura, sobretudo de literatura. O Literanoite representa um estímulo ao exercício dialógico entre literatura, leitura, cultura, escritores, publicações, editoras, alunos e público participante.
Marta Martins é professora de língua portuguesa, bibliotecária, escritora, contadora de história e cantora. Entre 2009 e 2011, desenvolveu oficinas no Projeto Ônibus Biblioteca, da Prefeitura de São Paulo. Já ministrou palestras, cursos, atividades e contação de histórias. Entre as obras escritas por Marta Martins estão: “Maricota e Cocota” (com cd), “Brincar de Verdade” (com CD), “Semana Suada”, “Maria Mania” e “Meu Pequeno Grande Mestre”.
6ª edição Projeto Cultural Literanoite
Data: quinta-feira (26)
Hora: 19h30min
Local: Theatro Adolpho Mello, no Centro Histórico.

Entrada franca.
SECRETARIA EXECUTIVA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Workshop – Ferramentas para uma escrita teatral contemporânea

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Clique na foto para ampliar

Ministrante: Karine Cupertino.

Quando: 7 de maio a 9 de julho, às segundas-feiras, das 19h às 21h.

Local: Na Casa – Coletivo Artístico (rua José Francisco Dias Areias, 359, Trindade)

Carga Horária: 20 horas.

Público alvo: pessoas já envolvidas com teatro, artes visuais ou literatura

Contato: cptkarine@gmail.com

Objetivo: a partir de aulas práticas de escrita e análises de textos, disponibilizar aos participantes ferramentas para que eles próprios construam seu método de escrita.

Conteúdo:

- Introdução: o que é um texto teatral contemporâneo?

- Análise de textos e prática de escrita conforme as ferramentas:

*O real na cena

*Texto auto-referencial

*Texto com múltiplas vozes

Valor: 180 reais

Inscrições até 4 de maio com 10% de desconto.

Breve currículo da ministrante:

Karine Cupertino é formada em Bacharelado e Licenciatura em Teatro pela UDESC. Dentro daa área de escrita teatral:

- Participou da oficina O lugar do texto no teatro contemporâneo com Moacir Chaves (2011)

- Participou da oficina de dramaturgia contemporânea com Grace Passô (Grupo Espanca! – 2011)

- Participou da oficina de dramaturgia contemporânea com Marcio Abreu (Companhia Brasileira de Teatro – 2011)

- Ministrou a oficina de dramaturgia na VIII Oficina Intensiva de Teatro (UDESC, 2011)

- Pesquisou como bolsista CNPq do professor Doutor Stephan Baumgärtel – linha de dramaturgia contemporânea (UDESC, agosto de 2010 a julho de 2011)

- Fez a direção e a dramaturgia da peça Pari Passu (2010)

- Integrou o núcleo de dramaturgia da peça Ímpeto (2009)