Um passo em busca pela igualdade de gênero

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Foto: addisababaonline.com 

O continente africano dá mais um passo histórico na busca pela igualdade de gênero e avanço das mulheres em cargos de poder. Ontem, 15/07, foi eleita na cidade de Adis Abeba, Etiópia, a primeira mulher para presidir a União Africana, a mais importante instituição diplomática do continente, a sul-africana Nkosazana Dlamini Zuma.

Saiba mais sobre Nkosazana Dlamini Zuma.   clique aqui…

Fonte: Angola Press

 

Microsoft adere a programa brasileiro de igualdade de gênero e raça.

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Informação foi dada pela ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci, durante visita a NovaYork. Após oficializar parceria ainda este ano, empresa deverá realizar seminário sobreresultados no Brasil.

13.07.2012 - A empresa de tecnologia da informação, Microsoft, aderiu, informalmente, ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Brasil.

A informação foi dada à Rádio ONU pela ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci, duranteuma entrevista, realizada na segunda-feira, em Nova York.

Novidade

“Estamos fazendo uma parceria com a Microsoft. Esta é a novidade. A Microsoft já aderiu, oralmente, ao programa. Em abril ou maio de 2013, a Microsoft fará um seminário no Brasil paramostrar como está a sua adesão (já depois de ter aderido), estamos em tratativas”, explicou.

O Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Governo Brasileiro, promove ações voltadas à diversidade no serviço público.

Ainda de acordo com a ministra Eleonora Menicucci, a Microsoft deve oficializar a parceria com o Brasil já neste segundo semestre.

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Pesquisadores debatem Saúde da População Negra em Florianópolis

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Por Midiã Santana

As iniqüidades em saúde vivenciadas pela população negra brasileira, resultantes das desigualdades históricas do país, impactam diretamente nas condições de vida dessas pessoas que, além de morrerem mais jovens, possuem maiores taxas de mortalidade materna e infantil e apresentam mais registros de doenças crônicas e infecciosas. Para aprofundar as discussões sobre as pesquisas no campo da saúde da população negra e  debater a implementação das políticas de saúde voltadas para negros e negras será realizado o I Encontro de Pesquisadoras e Pesquisadores em Saúde da População Negra. O evento acontece nos dias 15 e 16 de julho na Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), em Florianópolis (SC).

A atividade, que antecede o VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as (COPENE), de 16 a 20 julho, é realizada pela Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), pela Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) e pelo Programa de Anemia Falciforme, ambos do Ministério da Saúde, além da Secretaria de Políticas para Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR). O evento conta ainda com apoio do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, por meio do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia.

“Em 2004 o Comitê Técnico de Saúde da População Negra participou da Oficina de Prioridades em Pesquisa no campo da Saúde da População Negra, elaborando naquele momento os principais temas que demandavam pesquisas para o SUS. Em 2005 e 2006 o Ministério da Saúde, em parceria com o CNPq, divulgou editais de pesquisa com a temática Saúde da População Negra. Todavia, não foi realizado um encontro para discutir os resultados das pesquisas e como incorporar sugestões na gestão e/ou em novos editais. Pensando também na incorporação da pesquisa na gestão em saúde, os integrantes do Comitê sugeriram à SGEP a realização deste encontro”, explicou Luis Eduardo Batista, Coordenador da Área de Saúde da ABPN.

O evento tem como principais objetivos: proporcionar a troca de experiências entre os/as estudiosos/as que participaram de Editais do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS) e editais descentralizados do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) com a temática Saúde da População Negra; promover o encontro entre os/as pesquisadores/as que têm atuado para garantir a implementação das Políticas Nacional de Triagem Neonatal, Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias e Nacional de Saúde Integral da População Negra; pactuar prioridades em pesquisa sobre o tema e elaborar propostas e projetos entre instituições para dar respostas qualificadas no campo da saúde da população negra.

O encontro surge ainda como demanda do Grupo de Trabalho em Saúde do VI COPENE, realizado em 2010. Os/as participantes sugeriram que houvesse investimento na sistematização e difusão do conhecimento científico sobre saúde da população negra, assim como fossem realizadas reuniões entre as pesquisadoras e os pesquisadores da temática, não se restringindo apenas ao momento de debate no Congresso, que ocorre a cada dois anos. Também está programada para o final do evento a construção de uma agenda conjunta de sistematização das propostas e encaminhamentos.

Os temas das mesas de debate serão ‘Racismo e Saúde: pesquisa em Saúde da População Negra para o SUS’ e ‘Produção e incorporação do conhecimento para uma gestão mais democrática e participativa no SUS’. A atividade ainda contará com rodas de conversas ‘Resultados de pesquisas realizadas no campo da Saúde da População Negra e financiadas pelo Ministério da Saúde’, ‘Olhando para o futuro, para onde vamos?’ e ‘Produção do Conhecimento e Gestão’, sendo que esta última terá a presença do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, da Ministra da SEPPIR, Luiza Bairros e da Presidenta da ABPN, Zélia Amador de Deus.

Estarão presentes nas discussões representantes do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas; da OPAS, Organização Pan-Americana da Saúde; integrantes do Conselho Nacional de Saúde; da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR); do Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT/ SCTIE) e da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP), ambos do Ministério da Saúde; das Universidades Federais da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA) e de Minas Gerais (UFMG); da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS).

Indicadores de iniqüidades

O racismo e a discriminação racial são problemas ainda presentes na sociedade brasileira e que geram injustiças sociais, especialmente no campo da saúde. Apesar dos avanços significativos no fortalecimento das políticas públicas para a população negra, pesquisas continuam a apontar a necessidade de maior integralidade e equidade nos serviços de saúde, sobretudo no Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), a proporção da população atendida nos sistemas de saúde pública e privada foi de 96,2%, índice que alcança 97,3% para a população branca e 95,0% quando se refere a negros e negras. No que diz respeito aos atendimentos do SUS, a população negra representa 67% do público total atendido e a branca, 47,2%. No caso dos planos de saúde, observa-se situação inversa: em 2008, 34,9% da população branca e 17,2% da população negra contavam com acesso a planos de saúde privados, percentual que, apesar de crescente nos últimos anos, tem se mantido desigual, com maior cobertura para pessoas brancas. Destaca-se ainda que esses planos tendam a ofertar maior rapidez no atendimento, mas o acesso não significa, por si só, melhor qualidade de acolhimento.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 1990 a razão de morte materna – uma das dez principais causas de óbito entre mulheres de 10 a 49 anos no Brasil – era de 140 óbitos por 100 mil nascidos vivos, caindo para 68 óbitos por 100 mil nascidos vivos em 2011. Apesar da redução, a chance de uma mulher negra morrer por causas relacionadas à gravidez, parto e pós-parto é 1,8 vezes maior em comparação com as mulheres brancas, sendo que as mulheres indígenas vivenciam situação ainda pior.

A população negra também é a mais vulnerável a mortes por HIV/AIDS.  De 1999 a 2004, houve crescimento anual de 4,9% entre os homens negros, enquanto os homens  brancos somaram apenas 0,2%; com as mulheres, o aumento anual foi de 6,4% entre as negras, quase o dobro das classificadas como brancas (3,8%).

Mais informações:

Equipe de Comunicação VII COPENE
Fone: (48) 3321-8525
Email: viicopene@gmail.com
Twitter: @VIICOPENE
Facebook: Copene 2012

Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA

Fonte: www.seppir.gov.br

Nota de falecimento

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O movimento negro brasileiro perdeu em 12 de julho de 2012, um dos seus mais longevos e ilustres militantes, o professor Eduardo de Oliveira. Sem nunca perder a crença de que ainda poderemos viver uma sociedade livre do racismo, o autor do Hino à Negritude nos deixa contribuições importantes como poeta, jornalista, escritor, primeiro vereador negro da cidade de São Paulo, presidente e principal articulador do Congresso Nacional Afro-Brasileiro (CNAB). No Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), órgão consultivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o professor Eduardo exerceu vários mandatos e continuará como exemplo de que é possível manter o gesto afável e acolhedor, com que sempre saudava a todos, mesmo nas mais duras e difíceis circunstâncias. O enterro (13), às 15h, no Cemitério Goiabeira.

São Paulo. Ministra Luiza Bairros

Fonte: Seppir.gov.br

Dilma veta garantia de efeitos jurídicos para documentos digitalizados

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Rodrigo Chia

A presidente Dilma Rousseff vetou a equiparação, para fins probatórios, dos documentos digitalizados aos seus originais. Dilma sancionou projeto tratando da elaboração e do arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos, na forma da Lei 12.682/2012, mas rejeitou todos os artigos que garantiam o mesmo efeito jurídico aos documentos digitalizados.

De acordo com o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 11/2007, da então deputada Angela Guadagnin (PT-SP), o documento digital e sua reprodução teriam “o mesmo valor probatório do documento original, para todos os fins de direito”. A proposta também garantia aos documentos digitalizados o mesmo efeito jurídico conferido aos documentos microfilmados.

Na fundamentação dos vetos, com base em parecer do Ministério da Justiça, a presidente afirma que “ao regular a produção de efeitos jurídicos dos documentos resultantes do processo de digitalização de forma distinta, os dispositivos ensejariam insegurança jurídica”. Além disso, Dilma destaca que o projeto trata de forma assistemática os conceitos de “documento digital”, “documento digitalizado” e “documento original”.

A presidente vetou, ainda, artigos que autorizavam a eliminação de documentos originais e em forma eletrônica, com ressalva para os considerados de valor histórico. Essa previsão, segundo Dilma, não observa o procedimento previsto na legislação arquivística.

Com os vetos, a lei apenas exige que o processo de digitalização empregue certificado digital emitido de acordo com a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e que empresas privadas e órgãos públicos adotem sistema de indexação para permitir a conferência da regularidade dos documentos.

Fonte: Agência Senado

Exposição Subterrâneos do Inconsciente

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O Grupo de Gravura Cidade de Florianópolis:

Antonio Silva, Bebeto, Elaine Maritsa, Helena Werner, Julia Iguti e Terezinha Dias

Abertura: 11 de julho de 2012 (quarta feira) 19h30

Visitação: 12 de julho a 10 de agosto de 2012

Horário: de segunda a sexta-feira das 10h às 18h

Local: Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti

Google abre inscrições para curso online gratuito…ainda dá tempo!

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O projeto visa ensinar técnicas avançadas do seu mecanismo de buscas

O gigante das buscas vai ensinar às pessoas técnicas avançadas e pouco conhecidas para otimizar as pesquisas em seu site.

Com as dicas ensinadas durante o curso as pessoas conseguirão encontrar mais rápido aquilo que procuram,  de uma maneira mais completa e interessante. A programação contará com atividades interativas e especialistas dedicados a sanar dúvidas dos alunos.

“Por exemplo, você sabia que pode buscar por páginas escritas em idiomas que você nunca estudou? Identificar a localização de uma foto que seu amigo tirou nas férias há alguns meses? Que tal identificar aquele livro de capa verde sobre jardinagem que há anos você tenta encontrar?” - diz Terry Ednacot, gerente do programa de educação do Google.

O curso online será gratuito e está aberto para qualquer pessoa que tenha uma conta no Google. As aulas terão duração de 50 minutos e irão acontecer nos dias 10, 11, 12, 17, 18 e 19 de julho.

Interessou? Então corre lá no site para se inscrever!

http://googleblog.blogspot.com.br/2012/06/become-google-power-searcher.html

Fonte: http://ultradownloads.com.br/noticia/Google-abre-inscricoes-para-curso-online-gratuito/#ixzz1z7bdrgNV

Colaboração:
Viviane Jerônimo
Acadêmica de Biblioteconomia/UFSC
Monitora da disciplina de Indexação
Estagiária da Biblioteca do Ministério Público Federal

Formaturas na UFSC ameaçadas?

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A Administração Central da UFSC esclarece à comunidade universitária que:

1. a realização das formaturas agendadas ainda está sendo
negociada com o sub-comando de greve do Centro de Eventos e o Comando
de Greve da UFSC;

2. nesta segunda-feira, dia 09, a Pró-Reitora de Graduação,
profa. Roselane Campos, e o Chefe de Gabinete, prof. Carlos Vieira,
reuniram-se com os Diretores de Centro. Na oportunidade, foi
solicitada uma avaliação, junto aos Coordenadores de Curso, sobre as
formaturas previstas para os próximos meses, número estimado de
concluintes e possíveis mudanças do Cerimonial;

3. solicitou, também, que os Diretores de Centro se reunissem
com as comissões de formatura para discutir a questão;

4. manterá a comunidade informada sobre os desdobramentos desta
negociação.

Florianópolis, 09 de julho de 2012.

Administração Central

 

Fonte: Notícias da UFSC

Plano Nacional de Cultura

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Plano Nacional de Cultura – Políticas públicas pela diversidade
O Plano Nacional de Cultura (PNC) tem por finalidade o planejamento e implementação de políticas públicas de longo prazo voltadas à proteção e promoção da diversidade cultural brasileira. Diversidade que se expressa em práticas, serviços e bens artísticos e culturais determinantes para o exercício da cidadania, a expressão simbólica e o desenvolvimento socioeconômico do País.
Previsto na Constituição Federal desde a aprovação da emenda 48 em 2005, o PNC encontra-se em fase de sistematização das diretrizes elaboradas e pactuadas entre Estado e sociedade, por meio da realização de pesquisas e estudos e de debates e encontros participativos como a 1ª Conferência Nacional de CulturaCâmaras SetoriaisFóruns e Seminários.
O processo de construção do PNC é realizado em parceria pelos poderes executivo e legislativo do governo federal e visa à aprovação do projeto de lei do PNC, que tramita na Câmara dos Deputados desde 2006. As atividades conclusivas da etapa preparatória para a aprovação do PNC abrangem uma série de Seminários Regionais e discussões promovidas pela internet.
Objetivos do PNC:

fortalecimento institucional e definição de políticas públicas que assegurem o direito constitucional à cultura
proteção e promoção do patrimônio e da diversidade étnica, artística e cultural
ampliação do acesso à produção e fruição da cultura em todo o território
inserção da cultura em modelos sustentáveis de desenvolvimento socioeconômico
estabelecimento de um sistema público e participativo de gestão, acompanhamento e avaliação das políticas culturais

 

Fonte: Ministério da Cultura